Dor crônica afeta 37% dos brasileiros acima de 50 anos
Técnicas de medicina regenerativa aliviam dores persistentes e melhoram a qualidade de vida
Cerca de 30% da população mundial convive com dor crônica, segundo a Organização Mundial da Saúde. Além de comprometer a qualidade de vida, essa condição pode estar associada à depressão e ansiedade, como aponta uma revisão de estudos da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins, que identificou que 40% dos pacientes com dor crônica apresentam essas comorbidades.
No Brasil, o cenário é semelhante. Levantamento do Ministério da Saúde mostra que 37% dos brasileiros acima de 50 anos sofrem com dores persistentes, evidenciando a importância de tratamentos eficazes para reduzir o sofrimento e preservar a mobilidade e independência.
O ortopedista Dr. Pedro Ribeiro, reconhecido por seu trabalho com atletas, também atua no cuidado de pacientes com dor crônica, especialmente idosos, aplicando técnicas modernas da medicina regenerativa. Entre os procedimentos utilizados estão a infiltração de ácido hialurônico e as terapias de ondas de choque, indicadas para tendinites crônicas e outras condições musculoesqueléticas.
Dr. Pedro ressalta: “A medicina regenerativa oferece alternativas consistentes para tratar a dor e melhorar a vida dos pacientes. Tenho buscado constantemente novas abordagens em eventos internacionais para aprimorar essas terapias”.
Para garantir precisão e segurança, ele utiliza o ultrassom como guia, permitindo visualizar estruturas internas do corpo durante os procedimentos. “Com o ultrassom conseguimos atuar exatamente no local necessário, protegendo tecidos importantes e aumentando a eficácia do tratamento”, explica.
Segundo o especialista, essas técnicas não apenas aliviam a dor, mas também favorecem a regeneração dos tecidos, contribuindo para que os pacientes mantenham sua mobilidade, independência e qualidade de vida. “O objetivo é proporcionar alívio da dor e recuperar funções, especialmente em pacientes que convivem com dores crônicas há muito tempo”, conclui.